Newsgames: boa notícia para o jornalismo

Algo que pelo jeito está caindo de maduro na frente do nosso nariz e que não estamos sabendo desfrutar são os tais newsgames. Confesso que, pra mim, são novidade. Claro que infográficos interativos, quiz e coisas do tipo já são do arco da velha. Mas esses newsgames não têm nada a ver com isso. Ou têm e eu é que estou muito deslumbrada pela recente descoberta, vai saber. (Não posso abandonar meus feeds desse jeito. Fico muito por fora de tudo.)

Anyway, o que interessa é que eles podem ser um jeito muito legal de levar a informação aos leitores, permitindo que eles se envolvam – mesmo que por poucos minutos e logicamente com limitações que incluem a questão da orientação editorial do produto – ainda mais com o conteúdo. Diferente de um infográfico que explica o que são e como funcionam as coisas, esses games permitem que o leitor entre mesmo na história e, digamos assim, se aproxime como um fator decisivo para aquilo que está sendo mostrado. Foi como eu me senti, pelo menos, nos dois casos abaixo. E é divertido.

O que são ou não newsgames? Eles salvarão o jornalismo online? Vão bombar em todos os sites de notícias? Vão desaparecer antes mesmo de estourar? Saberemos aproveitá-los por aqui? Qual é a melhor forma de construí-los? Essas perguntas todas deixo para o pessoal que já está por dentro a mais tempo. Ó uns links, pra ler e jogar:

Da minha parte, só queria registrar a experiência:

  • Consumer consequences: nem sei se chega a ser um newsgame, mas parece. Cruza informações de banco de dados com as repostas dadas pelo leitor e vai dando dicas sobre sustentabilidade. No fim, é legal poder cruzar os próprios dados com os de alguns grupos de pessoas (mulheres, pessoas nascidas no mesmo ano que eu, com o mesmo nível de escolaridade, etc). Conheci pelo Andre Deak.
Consumer consequences

Consumer consequences. Se meu estilo de vida fosse o modelo, precisaríamos de recursos de mais de três planetas Terra.

CSI - Ciência contra o crime

CSI - Ciência contra o crime. Desvendei o mistério. Que barato, não?

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